Quem sou eu?


OK, eu escrevo contos e livros. Uns finalizados; muitos em projeto; alguns em escrita. Publiquei alguns, estou na luta para publicar outros.

Mas isso você já sabe pelos meus posts e pelas outras páginas em destaque neste blogue.

Então vamos falar de outra coisa. Imagens ajudam…

Brigando com o tempo e audaciosamente indo onde imaginação alguma já esteve.

Quem sou eu? Os filósofos da Grécia antiga já pregavam o autoconhecimento, através do aforismo “conhece-te a ti mesmo”, ou, em latim, noce te ipsum, como ficou mais conhecido mais tarde.

Outra máxima, pregada esta por Sócrates: “tudo sei é que nada sei”.

Assim sendo, não posso dizer que sei quem sou. Então não posso contar a vocês. Mas posso dar algumas pistas, as quais eu mesmo uso para tentar me entender. Escolhi três, pois é um número que me persegue: nasci em 3/3/1973 em Três Corações-MG, às 9 horas (3×3).

Sou muito curioso. Tenho imaginação e amo histórias, principalmente as que envolvem heróis e suas sagas, das mais diversas formas. Isso é o que me diz meus livros, em especial “A História Sem Fim”, de Michael Ende. Neste livro há um garoto chamado Bastian Baltazar Bolux que está lendo “A História Sem Fim” e se depara com sua presença no próprio livro. Fantasia, segundo o livro, era a história sem fim apresentada em um livro que um menino lia escondido no sótão de sua escola.

O tempo me aflige. Simbolizado aqui na ampulheta, o tempo é tema recorrente de meus contos e do livro que estou escrevendo. Sinto-me preso a ele, mas sei que não é o culpado, pois acredito que ele não exista. Porém nós, humanos, medimos causa e consequência em termos de antes e depois. E medimos capacidade em termos da comparação de ações e bens acumulados, de uns em relação aos outros. Inevitavelmente demos ao tempo uma dimensão independente, como se ele pudesse existir como uma entidade em separado.

Obsessão pelo tempo e muita imaginação: surge um sonhador. Daqueles que sente saudades de tudo que ainda não viu e para quem o futuro sempre parece não ser mais como era antigamente, como diria Renato Russo. Assistir à ficção científica alimenta a imaginação e traz um pouco de paz e reflexão para a aflição com o tempo. E, de todos os mundos ficcionais com os quais tive contato, o mundo de Jornada Nas Estrelas foi o que melhor cumpriu com essas funções para comigo.

Mas há mais, bem mais. E a jornada para me conhecer continua.

Há! Lembrei! Ler meus contos e livros também ajuda.

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