Escrever: estudo, exercícios e suor


Aprender uma arte requer prática. Dominar uma arte requer exercícios contínuos. Não é diferente com a escrita.

Claro que, antes do exercício, vem o estudo. Aprender sobre storytelling, narrativas, estrutura de textos, gramática, língua portuguesa… É indispensável.

Quanto a praticar, um dos maiores exercícios para se melhorar a escrita é a leitura, como bem sabemos. É lendo muito e diversos tipos de leitura que encontramos inspiração, aprendemos boas dicas de como se expressar, aumentamos nosso vocabulário, melhoramos nossos conhecimentos sobre o que é boa leitura e o que cansa e deve ser evitado.

Mas não há exercício superior para um escritor do que a…. própria escrita!

Sim, pois é “puxando ferro” que se consegue levantar mais peso. Nas artes, é errando o cinzel na pedra ou madeira que se constrói melhores esculturas; gastando tinta e papel que se chega a obras primas da pintura; tocando ou ouvindo variados instrumentos e tentando novos sons que se compõem lindas músicas. A não ser, é claro, que você seja um gênio como Aleijadinho, Michelangelo ou Mozart, por exemplo.

Assim, se você é como eu, que não sou um Machado de Assis, ou um Fernando Pessoa, José Saramago ou ainda um Jorge Luis Borges, um Geroge Bernard Shaw, Charles Dickens ou um Victor Hugo, então não resta opção: é treinar, treinar, treinar… Lendo e escrevendo.

Adoro ler, tento conciliar o tempo entre estudar, trabalhar e escrever também. E escrevo, sempre que possível, apenas para treinar. Alguns desses escritos eu compartilho, vez por outra, no meu Tumblr Ab Verbo.

E você?

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